Conheça os animais em extinção na Mata Atlântica

A Mata Atlântica é uma grande extensão vegetal localizada no Brasil, Paraguai e Argentina. No território nacional ocupava aproximadamente 17 estados brasileiros, mas hoje está presente em apenas 104 mil km², que se estende pelos estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Entre as cinco florestas com maior biodiversidade do mundo, hoje a Mata Atlântica sofre com o corte ilegal de árvores, especulação imobiliária, tráfico de animais e poluição ambiental, o que tem provocado grande risco de desaparecimento das espécies.

 

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Este é o papel decisivo que as empresas podem ter no clima

São Paulo – Na luta contra as mudanças climáticas, não são apenas os governos que se mobilizam. O setor empresarial já mostrou que está fazendo a sua parte, mas pode ir além. Uma nova pesquisa divulgada nesta semana mostra como é imenso o potencial dos negócios para mudar o futuro do Planeta.

A pesquisa “The Business End of Climate Change“, lançada na Cúpula de Negócios e do Clima, em Londres, estima, pela primeira vez, o que poderiam representar os cortes nas emissões de gases de efeito estufa pelo setor em todo o mundo.

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Para isso, o relatório examina os planos de cinco grandes iniciativas do mundo empresarial no combate às mudanças climáticas (RE100; EP100; Metas com Base Científica; Desmatamento Zero & LCTPi) e compara com o que poderia acontecer se todas as grandes empresas aderissem a estas iniciativas e implementassem seus planos.

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As Árvores da Mata Atlântica são mapeadas com sensoriamento remoto

A localização exata de grupos de oito espécies de árvores nativas da Mata Atlântica foi mapeada na reserva florestal de Santa Genebra, na região de Campinas (SP), por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Para determinar a distribuição espacial de todas as 273 árvores mapeadas, os pesquisadores analisaram imagens aéreas feitas com tecnologia de sensoriamento remoto hiperespectral, que utiliza equipamentos capazes de “enxergar” além da luz visível ao olho humano e de formar imagens em alta resolução de todo o espectro eletromagnético, provendo detalhes sobre as propriedades físico-químicas dos materiais presentes na superfície observada, incluindo sua composição química ou bioquímica e sua morfologia.

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